segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Um paradoxo hipocondríaco

O título podia ser menos formal, mas achei que coube perfeitamente ao assunto.
Bem, esse não será o meu primeiro blog nem minha primeira postagem sobre o que penso, mas acho que começarei nesse, o hyphen, de uma forma mais polêmica que um post sobre o machismo: o assunto vai ser o universo.
Se você tem medo de dormir só ou deixa a luz ligada quando vai dormir, melhor fechar a janela enquanto é tempo e se agarrar à suas crenças, pois vou expor agora minha teoria sobre o conhecimento, e tentar, de certa forma, confortar pessoas que dormem com dor de cabeça pensando como paramos aqui, pra onde vamos e se o cachorro-quente da rua desencadeou aquele desentendimento fisiológico. Eu vou começar falando sobre os pombos... Bem, esses seres queridos vivem pelas ruas comendo o que deixamos cair, nos dando susto ao voar de repente, e, porque não, cagando naquela nossa roupa favorita. Ao meu ver, sem mais delongas, o pombo é um bicho burro  -sim - burro no sentido de que tem aquela limitação cognitiva de apenas fazer essas coisas que citei. Quando você para no ponto de ônibus, o pombo passa olhando pra você e o que ele pensa? Bem, eu acho que é mais ou menos: "Será que vou encontrar alimento perto dessa coisa (humano, mas no caso ele nem imagina que é humano pois não estudou biologia)? Normalmente eu encontro comida quando isso aparece". Agora vamos pensar: O pombo sabe que você está num ponto de ônibus? Entende sua expressão de calor e estresse? Sabe que existe um ônibus? Enfim, as perguntas que esse pombo NÃO faria a si mesmo ocuparia um tamanho astronômico em fonte Arial 11 (desculpe, não pude perder a oportunidade dessa hipérbole/ironia com NBR). E o pombo se sentiria culpado por isso? De jeito nenhum, porque o foco dele é apenas comer, é saber se "aquilo" vai deixar cair um resto de alguma coisa que ele possa comer, é se você representa um perigo ou se existe uma fêmea em busca de um parceiro. E como nós chamamos isso? Chamamos de INSTINTO já que não havia forma diferente de falar que um animal é burro e vive à base do básico - sobreviver. 

Tenho minhas dúvidas quanto a necessidade de 12 lições para aprender a cagar nas pessoas. Seria basicamente: 1 - Voe, 2 - Cague, se o pombo soubesse interpretar.
Então eu olho pra cara desse pombo e penso que ele deveria sofrer como eu pegando o buzu pra ir pra universidade cheio de papel, preocupado com a plotagem das plantas - mas inveja à parte - Só acho que o pombo é um ser muito burro. E onde eu quero chegar com isso? Bem, no macaco! Pois bem, segundo meu grande professor e cientista Neil deGrasse Tyson, que também tem inveja dos pombos, o macaco tem apenas 1% de diferença 
cromossômica de nós, humanos. No caso também, o macaco não estudou biologia conosco por uma razão que 
não posso comentar em público, mas a questão é que ele não estudou. 
Humanos tentando refletir seus costumes em animais
Até onde sei, nós humanos, não consideramos os macacos lá esses gênios da inteligência. Apesar de existir 
imagens manipuladas (juro que são manipuladas em photoshop) de macacos fumando, com arma, e até fazendo
 filme, eles ainda não ocupam cargos de poder em nosso país (e isso é culpa do PT) e pelo que vejo, não se 
preocupam muito com muita coisa além do discretamente pejorativo ~instinto~ que foram fadados. Agora, como 
um meteoro da paixão, eu vou perguntar a vocês, leitores, até que ponto vai nosso instinto(?). Não é muita prepotência 
do homem querer alguma resposta quando sua mente não está preparada e/ou não tem capacidade para julgar tais coisas?
A verdade, meus queridos, pode estar esperando ônibus pra ir pra universidade, mas o que significa isso tudo já que o que
realmente importa é a migalha de cachorro-quente? Hmmm aquela salsicha que tem gosto de qualquer outra coisa mas vai
encher nossa barriga.

Conclusão:
Nossas perguntas para tudo, além de mal formuladas, não têm respostas para nós: amadores, pombos, instintivos e qualquer 
outro adjetivo que nos diminua.

Exercício para casa:
Olhe pro céu, olhe para as estrelas, e perceba que tudo lá funciona sem a sua existência, você querendo ou não. Tem muito mais 
além do seu processamento precário sobre o mundo. Porque nossa ciência mais avançada ainda não representa nada para tudo 
o que temos quando olhamos para o céu ou para um microscópio

Resposta:
Coloque-se no lugar de humano e aceite que as respostas nunca existirão para você.

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