Bem, esse não será o meu primeiro blog nem minha primeira postagem sobre o que penso, mas acho que começarei nesse, o hyphen, de uma forma mais polêmica que um post sobre o machismo: o assunto vai ser o universo.
Se você tem medo de dormir só ou deixa a luz ligada quando vai dormir, melhor fechar a janela enquanto é tempo e se agarrar à suas crenças, pois vou expor agora minha teoria sobre o conhecimento, e tentar, de certa forma, confortar pessoas que dormem com dor de cabeça pensando como paramos aqui, pra onde vamos e se o cachorro-quente da rua desencadeou aquele desentendimento fisiológico. Eu vou começar falando sobre os pombos... Bem, esses seres queridos vivem pelas ruas comendo o que deixamos cair, nos dando susto ao voar de repente, e, porque não, cagando naquela nossa roupa favorita. Ao meu ver, sem mais delongas, o pombo é um bicho burro -sim - burro no sentido de que tem aquela limitação cognitiva de apenas fazer essas coisas que citei. Quando você para no ponto de ônibus, o pombo passa olhando pra você e o que ele pensa? Bem, eu acho que é mais ou menos: "Será que vou encontrar alimento perto dessa coisa (humano, mas no caso ele nem imagina que é humano pois não estudou biologia)? Normalmente eu encontro comida quando isso aparece". Agora vamos pensar: O pombo sabe que você está num ponto de ônibus? Entende sua expressão de calor e estresse? Sabe que existe um ônibus? Enfim, as perguntas que esse pombo NÃO faria a si mesmo ocuparia um tamanho astronômico em fonte Arial 11 (desculpe, não pude perder a oportunidade dessa hipérbole/ironia com NBR). E o pombo se sentiria culpado por isso? De jeito nenhum, porque o foco dele é apenas comer, é saber se "aquilo" vai deixar cair um resto de alguma coisa que ele possa comer, é se você representa um perigo ou se existe uma fêmea em busca de um parceiro. E como nós chamamos isso? Chamamos de INSTINTO já que não havia forma diferente de falar que um animal é burro e vive à base do básico - sobreviver.
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| Tenho minhas dúvidas quanto a necessidade de 12 lições para aprender a cagar nas pessoas. Seria basicamente: 1 - Voe, 2 - Cague, se o pombo soubesse interpretar. |
Então eu olho pra cara desse pombo e penso que ele deveria sofrer como eu pegando o buzu pra ir pra universidade cheio de papel, preocupado com a plotagem das plantas - mas inveja à parte - Só acho que o pombo é um ser muito burro. E onde eu quero chegar com isso? Bem, no macaco! Pois bem, segundo meu grande professor e cientista Neil deGrasse Tyson, que também tem inveja dos pombos, o macaco tem apenas 1% de diferença
cromossômica de nós, humanos. No caso também, o macaco não estudou biologia conosco por uma razão que
não posso comentar em público, mas a questão é que ele não estudou.
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| Humanos tentando refletir seus costumes em animais |
Até onde sei, nós humanos, não consideramos os macacos lá esses gênios da inteligência. Apesar de existir
imagens manipuladas (juro que são manipuladas em photoshop) de macacos fumando, com arma, e até fazendo
filme, eles ainda não ocupam cargos de poder em nosso país (e isso é culpa do PT) e pelo que vejo, não se
preocupam muito com muita coisa além do discretamente pejorativo ~instinto~ que foram fadados. Agora, como
um meteoro da paixão, eu vou perguntar a vocês, leitores, até que ponto vai nosso instinto(?). Não é muita prepotência
do homem querer alguma resposta quando sua mente não está preparada e/ou não tem capacidade para julgar tais coisas?
A verdade, meus queridos, pode estar esperando ônibus pra ir pra universidade, mas o que significa isso tudo já que o que
realmente importa é a migalha de cachorro-quente? Hmmm aquela salsicha que tem gosto de qualquer outra coisa mas vai
encher nossa barriga.
Conclusão:
Nossas perguntas para tudo, além de mal formuladas, não têm respostas para nós: amadores, pombos, instintivos e qualquer
outro adjetivo que nos diminua.
Exercício para casa:
Olhe pro céu, olhe para as estrelas, e perceba que tudo lá funciona sem a sua existência, você querendo ou não. Tem muito mais
além do seu processamento precário sobre o mundo. Porque nossa ciência mais avançada ainda não representa nada para tudo
o que temos quando olhamos para o céu ou para um microscópio


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